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Filme: O Espaço entre nós - Dia da Toalha #2



O espaço entre nós: Quando assisti ao trailer dessa filme fiquei intrigada, pois o mesmo parecia combinar duas coisas que eu gosto muito que é ficção cientifica e romance adolescente. Durante uma missão tripulada que tinha por objetivo estabelecer uma estação e preparar uma provável colonização do planeta vermelho, descobriu-se que a astronauta líder estava grávida, o nascimento da criança estava previsto para a chegada dos astronautas no planeta vermelho, sendo assim, Gardner Elliot (Asa Butterfield- o eterno Hugo Cabret) foi o primeiro humano nascido em Marte. Como a mãe do mesmo acaba morrendo durante o parto, fica decidido pelos chefes da missão na Terra que o garoto ficará no anonimato e será criado em uma Marte, dado que, ele não sobreviveria na gravidade da Terra. Criado pelos cientistas que faziam suas pesquisas na estação, sendo o mais próximo de família é a chefe da estação Kendra (Carla Gugino) que o criará como a um filho. Porém o jovem tem um sonho ir para Terra, conhecer o seu pai e quem sabe viver o amor com Tulsa (Britt Robertson), uma órfã que já passou por diversos lares e que não vê a hora de finalizar a escola e deixar seu lar atual, e que ele conheceu pela internet.

Enquanto ficção cientifica o filme não convence muito, as poucas explicações cientificas e tecnológicas que estão presentes no filme não convencem e não são bem aproveitadas. Enquanto romance adolescente ele carece de explorar mais os dramas adolescentes, por exemplo, temos um vislumbre sobre a situação de Tulsa, mas a situação de abandono e todo o trauma gerado por ela não é explorado ao contrário ela é representada apenas como uma rebelde. Ainda com relação a isso, o filme padece de um problema comum a esse tipo de história seja filme ou livro adolescente que tem atitudes ou ações muito avançadas para a idade, apesar da explicação do próprio Gardner ter sido criado por cientistas, mas isso não justifica, por exemplo, a facilidade com que ele escapa de uma instalação da NASA.

Apesar desses problemas achei o filme divertido, um bom filme de seção da tarde, a química entre os dois adolescente é muito boa e é muito fofinho ver a inocência do Gardner que não tem aquela malicia que só a convivência social nos ensina. Ele decorando falas de filmes antigos para tentar ser românticos é coisa mais fofinha...

Outra coisa que eu gostei muito foi da trilha sonora (tem no Spotify) vale a pena dar uma conferida.

Resumindo não é um filme sensacional, mas também não é ruim e dá para se divertir bastante.

Título Original: O espaço entre nós
Diretor: Peter Chelsom
Ano da estreia: 2017
★★★☆☆

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Por hoje é isso e por aqui continuamos com o nosso especial Sci-fi (Dia da Toalha).

Até a próxima,

Dani Moraes

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A longa viagem a um pequeno planeta hostil - Dia da Toalha #1

Becky Chambers
 "Tudo o que você pode fazer, Rosemary, assim como todos nós, é trabalhar para se tornar uma força positiva. É a escolha que todo o sapiente deve fazer todos os dias da sua vida. O universo é aquilo que fazemos dele. Cabe a você decidir que papel quer desempenhar."


 Um dos motivos do sucesso de A Longa Viagem a um Pequeno Planeta Hostil é a abordagem da história. Elementos essenciais em qualquer narrativa sci-fi estão muito bem representados, como a precisão científica e suas possíveis implicações políticas. O gatilho principal é a construção de um túnel espacial que permitirá ao pequeno planeta do título participar de uma aliança galáctica.

Mas o que realmente torna único esse romance on the road futurístico e muito divertido são seus personagens. Instigantes, complexos, tridimensionais. A autora optou por contar a história de gente como a gente — ainda que nem todos sejam terráqueos, ou mesmo humanos. A tripulação da nave espacial Andarilha é composta por indivíduos de planetas, espécies e gêneros diferentes, incluindo uma piloto reptiliana, uma estagiária nascida nas colônias de Marte e um médico de gênero fluido, que transita entre o masculino e o feminino ao longo da vida. Temas como amizade, racismo, poliamor, força feminina e novos conceitos de família fazem parte do universo do livro, assim como cada vez mais fazem parte do nosso mundo.


Olá Pessoal, tudo bem?

Vamos conversar um pouco sobre Ficção Cientifica? Sim, em maio comemoramos o dia de Star Wars e o Dia da Toalha e todos os anos eu tento ler pelo menos um livro de Sci-Fi e publicar próximo ao dia 25 de Maio, esse ano, estou fazendo um mini-especial com posts temáticos durante essa
semana.

A longa viagem a um pequeno planeta hostil foi um livro primeiramente publicado através de financiamento coletivo e acabou conquistando fãs e sendo indicado aos prêmios Arthur C. Clarke Award e o Hugo Award.
"Do chão, nós nos erguemos;
Nas nossas naves, vivemos;
Nas estrelas, sonhamos."

Nesse livro temos a história dos tripulantes da nave Andarilha, uma nave que faz tuneis espaciais ligando os mais diferentes mundo, que é formada por uma tripulação multi-especie, sendo humanos: o capitão Ashby, um homem bom e justo que busca sempre o melhor para sua tripulação, o intragável e solitário algaísta Corbin, Kissy, a técnica mecânica, super-animada, um pouco atrapalhada, mas amiga para toda hora, Jenks, o técnico de computação, um anão que tem muito orgulho do seu corpo e de quem ele é, e claro, Rosemary, a mais nova tripulante, uma guarda-livros que esta fugindo do passado. Além dos humanos, temos uma piloto reptiliana, um chef/medico gênero fluido e um navegador que vive em simbiose com um vírus que aumenta a capacidade cognitiva.

Andarilha é uma nave antiga praticamente uma colcha de retalhos formada por diversos remendos, mas que Kissy mantem funcionando a perfeição e é o orgulho do capitão e casa de toda a tripulação, dado que, a mesma costuma fazer grandes viagens, especialmente agora, que conseguiram um trabalho importante, uma vez que, uma nova raça entrou para a Comunidade Galáctica que é muito pouco conhecida.

Aos poucos somos apresentados aos personagens com suas personalidades, medos e sonhos. Todos diferentes entre si, com costumes diversos e muitas vezes contrários entre si. E esse é o grande trunfo do livro, nos trazer personagens tão diferentes, de espécies diferentes para discutir tolerância e aceitação.

Sissy, por exemplo, é de uma espécie que entende os relacionamentos, incluindo sexo, de uma forma mais aberta e não entende o puritanismo dos humanos. Dr. Chef é de uma espécie que esta quase extinta e tem gênero fluido mudando o sexo ao longo da vida. E navegador é de uma espécie que se permite ser infectada por um vírus para melhorar a capacidade cognitiva e passa a enxergar a si mesmo como um par. Tudo isso, parece muito estranho no primeiro momento, mas a Becky nos apresenta os personagens tão bem que nos vemos envolvidos e essas diferenças passam a ser apenas um detalhe.

Você começa a leitura do livro pensando que vai ler uma ficção cientifica, se encantar com um futuro e as descobertas que estão por vir, e sim, os elemento da ficção cientifica estão lá, com as naves, as tecnologias, as espécies sapiente não humanas, mas o verdadeiro tema do livro são as relações "humanas", o foco esta no desenvolvimento dos personagens, e então, nos percebemos refletindo sobre assuntos como: preconceito, aceitação, poliamor, força feminina, sexualidade e até o conceito do que seria vida, uma inteligência artificial consciente pode se considerada uma forma de vida?

"As modificações corporais  são sobre deixar o seu eu exterior em harmonia com o eu interior. Não que você precise das modificações para se sentir assim. No meu caso, gosto de decorar minha pele, mas meu corpo já reflete quem eu sou. Porém, alguns modificadores vão continuar com essa transformação pela vida toda. E nem sempre dá certo. De vez em quando, eles fazem um grande estrago. Mas é um risco que você aceita  quando tenta ser mais do que a caixinha em que nasceu. Mudar é sempre perigoso."

O mais importante é que estamos lendo sobre humanos, não tem um grande herói que vai salvar tudo, não pelo contrário, os tripulantes são pessoas que encontraríamos por aí, pessoas como eu e você cheias de qualidades, defeitos, medos, ansiedades e alegrias.

Becky Chambers tem a ciência correndo na família filhas de pai engenheiro espacial e mãe especialista em astrobiologia e neta de um dos participantes do projeto Apolo 11, a parte cientifica também não deixa nada a desejar.

Livro: A longa viagem a um pequeno planeta hostil
Autor: Becky Chambers
Edição: Darkside
345 páginas

Um livro mais do que recomendado a todos tanto para os amantes de sci-fi quando para aqueles que gostam de uma história bem contada que nos leva a refletir. Acredito também que esse é um bom livro de entrada para quem quer começar a ler ficção cientifica. E eu já falei que é um "road-trip" em uma nave?

E nem vou falar dessa edição linda, com todos esse glitter na capa simulante as estrelas.  Tão maravilhoso que até meu papel de parede do celular é desse livro.

Ele faz parte de uma serie, mas os livros são independentes entre si, então essa história encerra nesse livro e o segundo livro já foi anunciado pela Darkside e vai contar a história da Salvia e da Lovelace e estou empolgada para lê-lo.

E vocês já leram esse livro? O que acharam?
Até a próxima,

Dani Moraes

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Para Sir Phillip, com Amor

Os Bridgertons - Volume 5
 Julia Quinn

"Não, ela não precisava de ninguém perfeito. Só precisava de alguém perfeito para ela." (quem não?)


 
 

Eloise Bridgerton é uma jovem simpática e extrovertida, cuja forma preferida de comunicação sempre foram as cartas, nas quais sua personalidade se torna ainda mais cativante. Quando uma prima distante morre, ela decide escrever para o viúvo e oferecer as condolências. Ao ser surpreendido por um gesto tão amável vindo de uma desconhecida, Sir Phillip resolve retribuir a atenção e responder. Assim, os dois começam uma instigante troca de correspondências. Ele logo descobre que Eloise, além de uma solteirona que nunca encontrou o par perfeito, é uma confidente de rara inteligência. E ela fica sabendo que Sir Phillip é um cavalheiro honrado que quer encontrar uma esposa para ajudá-lo na criação de seus dois filhos órfãos. Após alguns meses, uma das cartas traz uma proposta peculiar: o que Eloise acharia de passar uma temporada com Sir Phillip para os dois se conhecerem melhor e, caso se deem bem, pensarem em se casar? Ela aceita o convite, mas em pouco tempo eles se dão conta de que, ao vivo, não são bem como imaginaram. Ela é voluntariosa e não para de falar, e ele é temperamental e rude, com um comportamento bem diferente dos homens da alta sociedade londrina. Apesar disso, nos raros momentos em que Eloise fecha a boca, Phillip só pensa em beijá-la. E cada vez que ele sorri, o resto do mundo desaparece e ela só quer se jogar em seus braços. Agora os dois precisam descobrir se, mesmo com todas as suas imperfeições, foram feitos um para o outro.
 
Olá Pessoal, tudo bem?
 
Pensei seriamente em não fazer post sobre esse livro, uma vez que, estou com tantos posts por escrever, mas eu venho falando sobre todos os livros dessa serie aqui no blog e esse não poderia ser diferente. Além disso, Julia Quinn tem sido um respiro muito delicioso na minha vida, sempre quando preciso daquela aliviada ela nunca falha comigo e esse livro especifico foi lido no meu primeiro dia de férias e perfeito para começar a descansar a cabeça e desligar do mundo coorporativo.
 
Não sabe que serie é essa que estou falando são: Os Bridgertons, uma família de 8 irmãos com nomes de A a H, que vivem na Londres do século XVIII, muito respeitados e até mesmo cobiçados como bons partidos para casamentos, conduzidos pela matriarca da família são muito amorosos e protetores estão sempre um se metendo na vida dos outros, mas sempre com amor e buscando o melhor para eles. Aqui no blog já falei dos quatro primeiros livros: Duque e euO visconde que me amava, Um perfeito cavalheiro e Os segredos de Colin Bridgerton.
 
Eloisa é uma moça independente que já tinha aceitado o fato que seria uma solteirona, afinal ela dispensou todos os pedidos de casamento que recebeu, uma vez que, ela queria encontrar o que parece que sua família esta destinada a ter, o amor verdadeiro e não apenas uma casamento convencional, então, sua melhor amiga Penélope, aquela que ela acredita que seria sua companheira na solteirice se casa e ela se vê bastante perdida, e assim aceita um convite ousado, ela parte para a casa de Sir Phillip, o marido viúvo de uma prima distante com o qual ela vem se correspondendo. Mas quando os dois se encontram eles percebem que a realidade pode ser bem diferente do que é dito através de cartas.
 
Sir Phillip é muito mais bonito e rustico do que ela esperava, além de não mostrar muito a espiritualidade que ela via em suas cartas, ele é bastante reservado e calado, enquanto ela não consegue ficar quieta ou se calar. Ele esperava ver uma solteirona não atraente e desesperada para se casar, e no seu lugar encontra uma moça atraente, decidida e independente nem um pouco pronta a se calar e obedecer.
 
É o primeiro livro em que a autora aborda um segundo casamento, e além, dos filhos com os quais Phillip claramente não sabe lidar, o primeiro casamento também deixou marcas e traumas com a depressão da primeira esposa que deixou a casa e a vida escuras e tristes. Além disso, o personagem precisa lidar com o abuso e violência que sofreu do próprio pai e o medo de perpetuar esse comportamento com os filhos.
 
Eloise precisa aprender a lidar com toda essa bagagem que Sir Phillip traz, ela que vem de uma família amorosa e presente precisa entender o que é carregar todo esse sofrimento, não que ela não saiba o que é perda, ela foi a única dos irmãos que estava junto quando o pai faleceu, mas é diferente, ela precisa de alguma forma demonstrar a esse homem que afastar e isolar não é a melhor forma de proteger.

Além disso tudo, os dois veem no casamento coisas diferentes, ele quer uma esposa e principalmente uma madrasta para os filhos, ele quer alguém para cuidar das coisas com as quais ele não quer se preocupar como a casa e até mesmo a educação dos filhos, ele é prático e racional. E ela, ela quer o que seus irmãos tem ela quer paixão, arrebatamento, amor, ela quer alguém que a faça tremer e queira passar o resto da vida do lado dela. Essa diferença de objetivos é só mais uma coisa com a qual eles tem que lidar.
 
É bem bonito a forma que eles vão construindo e descobrindo esse sentimento mútuo e o finalzinho do livro a forma que ele demonstra o seu amor é de novo para deixar a gente com quentinho no coração e sorrisinho bobo no rosto. Essa Julia sabe o que faz essa danada!
 
Livro: Para Sir Phillip, com Amor
Autor: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
276 páginas
 
Até a próxima,

Dani Moraes

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Todo Dia

David Levithan
"Queria que o amor conquistasse tudo. Mas o amor não conquista tudo. Ele não pode fazer nada sozinho. Ele depende de nós para conquistar em seu nome."
Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrarem a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.
Olá Pessoal, tudo bem?
Vamos conversar sobre mais um livro que foi adaptado para o cinema e que tem sua estreia no Brasil prevista para Junho. Dessa vez, temos uma história de YA contemporâneo e escrita por um dos maiores nomes no gênero, mas esse é o primeiro livro do autor que eu leio, meu único contato anterior com o autor foi na coletânea: O presente do meu grande amor. Foi o segundo livro finalizado da minha meta de leitura.
E o enredo é bastante diferente, uma vez que, conta a história de A, um ser que não possui corpo próprio, todos os dias acorda em um corpo diferente e permanece no mesmo por 24 horas, ele (vou usar masculino porque não temos um pronome neutro, porque A não tem um gênero definido) não tem nenhum controle sobre essa situação, ele não consegue escolher que corpo ocupara e muito menos consegue ficar nesse corpo mais do que um dia. A única constante é que ele sempre ocupa um corpo que tenha a mesma idade que ele e aparentemente em um raio de distancia definido. Mas ele ocupa corpos de homens, mulheres, brancos, negros, ricos, pobres, deficientes, saudáveis ou doentes, ou seja, não há distinção de gênero, psicológico, racial ou social.
“Não vou de 16 anos para 60. Nesse momento, é apenas 16. Não sei como isso funciona, nem o porquê. Parei de tentar entender há muito tempo. Nunca vou compreender, não mais do que qualquer pessoa normal entenderá a própria existência. Depois de algum tempo é preciso aceitar o fato de que você simplesmente existe”
Desde que, ele se lembre sempre foi assim, A sempre migrou de um corpo a outro e foi difícil para ele entender que era diferente, mas hoje já acostumado a essa condição ele criou algumas regras para a sua vida errante. Ele tenta não influenciar a vida da pessoa nesse dia que ocupa seu corpo, faz suas tarefas e cumpre as rotinas normalmente sem grandes mudanças e principalmente, não se permite envolver por ninguém.
No entanto, tudo muda quando A acorda no corpo de Justin, um garoto não muito legal, aquele tipo de pessoa que se acha melhor do que é, mas ele sabe que não pode transformar o caráter de uma pessoa ocupando seu corpo por um dia, mas então, ele conhece Rhiannon a namorada de Justin, uma garota insegura que parece fazer tudo por ele, inteligente e interessante que não é tratada da forma correta por Justin. A sente uma conexão muito grande por ela e por isso, acaba quebrando suas regras, interferindo e se envolvendo. Depois de deixar o corpo de Justin, a única coisa que A consegue pensar é encontrar Rhiannon e encontrar uma forma de fazer o amor entre eles funcionar.
Então passamos a acompanhar A ocupando diferentes corpos e mesmo assim, buscando por Rhiannon. A sacada do autor aqui é muito interessante, porque conseguimos entrar em contato com diferentes pessoas com seus problemas e inseguranças e vamos aprendendo sobre essas personagens junto com A, vivendo o dia-a-dia deles suas dificuldades, medos e anseios. Vivemos junto com A  os sofrimentos e a vida dos corpos que ele habita, anseio pelas drogas, vontade de acabar com a própria vida, ou coisas melhores como o amor pela família/namorado (a).
A história discute muito a questão de gênero, uma vez que, A não possuindo um gênero definido não consegue realmente entender o porque o gênero do corpo que ele ocupa importa para Rhiannon. Outro momento, é quando ele ocupa um corpo obeso e fica visível a gordofobia de praticamente todos os personagens, incluindo o próprio A e fica mais claro ainda quando Rhiannon diz que não consegue enxergar A naquele corpo.
“Na minha experiência, desejo é desejo, amor é amor. Nunca me apaixonei por um gênero. Apaixonei-me por indivíduos. Sei que é difícil as pessoas fazerem isso, mas não entendo por que é tão complicado, quando é tão óbvio.”
Durante o livro é gerada uma tensão quando A se descuida e acaba deixando vestígios de sua passagem, mas é dessa forma que ele talvez possa ter acesso a algum tipo de informação sobre sua condição.  Aliás, não temos muitas respostas no livro, sabemos tudo o que o próprio A sabe.
A criatividade no enredo é inegável e a história de amor consegue convencer, portanto, se você esta em busca de YA não convencional esse é uma boa pedida. Estou me surpreendendo cada vez mais com esse gênero e pretendo conhecer mais coisas dele.
Existe um outro livro do autor chamado Outro dia que mostra a história da visão de Rhiannon, costumo achar esse tipo de premissa um pouco apelativa para vender livros baseado em um sucesso anterior, mas ele tem uma boa nota no skoob e boas resenhas, então fiquei curiosa.
Livro: Todo dia
Autor: David Levithan
Editora: Record
280 páginas
E vocês já leram esse livro? Estão animados para a adaptação?
Por hoje é isso,
Até a próxima,

Dani Moraes

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Livros Lidos: Março/2018




Olá Pessoal, tudo bem?

Estou bastante atrasada com os posts, mas para deixar as coisas organizadinhas aqui no blog, vou postar mesmo que atrasada as leituras de Março.

E foi um mês interessante tentei priorizar leituras de autoras, apenas finalizei um livro que já estava em andamento escrito por homem e gostei dessa temática.



1 - Prince of thorns  (Triologia dos espinhos - v.1) - Mark Lawrence (Darkside): é o primeiro livro da serie dos espinhos que foi o primeiro livro finalizado da minha meta de leitura 2018. Jorg é um jovem príncipe que assistiu a mãe e irmão serem mortos, enquanto, ele fica preso em um espinheiro bravo sem conseguir fazer nada. Acompanhamos ele agora adolescente vagando com um grupo de foras da lei pelo reino e imaginando a sua vingança que inclui, inclusive, o pai que não fez nada para se vingar a morte da esposa e filho, enquanto, acompanhamos os flashbacks e vamos entendendo um pouco o que contribuiu para que ele torna-se quem é. E ele é um anti-herói, tem algumas atitudes muito pesadas e não parece de forma alguma a ter a idade que tem, o que é uma coisa que, às vezes, me cansa nesses livros, por mais que, o trauma vivido possa ter feito ele amadurecer eu acho exagerado. Mas o livro me envolveu, ainda tenho bastante dificuldade para aceitar o protagonista, mas a história em si, me deixou intrigada, porém é importante salientar que é uma história forte, ninguém aqui é poupado, ele não tem limites para atingir seus objetivos e nada é aliviado ou amenizado, tem muito sangue, morte e até estupro. Com certeza, eu vou continuar a serie não sei se nesse mês ou no próximo, mas pretendo logo pegar o próximo livro. ★★★★☆


2 - Para educar crianças feministas - Chimamanda Ngozi Adiche (Cia das Letras): Esse livro é adaptação de uma carta que a autora escreveu a uma amiga que recentemente havia se tornado mãe de uma meninas e pediu dicas para ser educar a filha como uma feminista. De novo, como ela fez em: Sejamos todos feministas, ela trata o feminismo com muita naturalidade e de uma forma muito contemporânea. As dicas/conselhos são muito diretas e simples como eu acho que esse tipo de livro tem que ser. Falei um pouco sobre ele no instagram. ★★★☆☆



3 - Outros jeitos de usar a boca - Rupi Kaur (Planeta): não sou uma grande leitora de poesia, para falar a verdade não costumo me interessar e conectar a poesia, mas esse livro teve um hype muito grande a alguns meses atrás por isso resolvi a ver o que era e além disso, estou sempre tentando experimentar coisas novas, por isso, ainda vou tentar outros livros de poesia esse ano. A temática do livro é feminista, é traz a tona vários assuntos do universo feminino que precisam ser expostos e discutidos. Tem alguns textos bastante interessantes e fortes, outros não gostei tanto. A estrutura das poesias em si variam bastante, às vezes é só uma frase, outras vezes até parece seguir algum tipo de métrica mais clássica, mas, na maioria das vezes é compostos por alguns versos sem uma métrica ou rima definidas. Alguns poemas são acompanhados de ilustrações e em alguns casos fazem um complementação muito interessantes. Inclusive criei um destaque (poesia) no instagram e lá tem algumas das minhas poesias preferidas do livro, inclusive, uma das coisas que pensava enquanto lia é que as poesias me pareciam feitas justamente para serem vinculadas em redes sociais, não me entendam mal não acho isso um demérito, acredito que a arte pode e deve encontrar seu próprio meio de chegar ao publico. Recomendo que vocês conheçam o trabalho da autora, estou aguardando uma promoção para comprar o outro livro dela.★★★★☆



4 - O misterioso caso Styles - Agatha Christie (Best Bolso): esse foi o primeiro livro da grande dama do crime e onde apareceu pela primeira vez o grande detetive Hercule Poirot, seguindo a estrutura clássica de crime passado em ambiente fechado onde todos são suspeitos. A milionária Sra. Inglethorp é assassinada por envenenamento dentro da própria casa onde vive com os enteados, a esposa de um deles, o atual marido, uma agregada, um hospede (Mr. Hasting) e muitos empregados. Todos são suspeitos, dado que, todos tem motivos e nenhum bom álibi. Então, Mr. Hastings sugere que eles chamem Poirot para investigar o caso. Vamos entrando em contato com as pistas do crime a medida que o detetive as descobre, mas eu não consegui descobrir quem era o responsável, porque as vezes as pistas se desmentiam e além disso, é difícil separar o que realmente é uma pista daquelas pequenas coisas que não agregam nada no esclarecimento do crime, portanto, eu me senti tão perdida quanto Mr. Hastings. Gostei da minha primeira leitura de Agatha e recomendo! ★★★☆☆



5 - De volta para casa - Seanan McGuire (Morro Branco): esse é um livro de fantasia muito curtinho ganhador de prêmios que vai acompanhar uma escola onde crianças que foram para outros mundos e tem dificuldade de se readaptar a nossa realidade recebem ajuda e apoio, sim aqui, há portas através das quais, as crianças podem entrar em outros mundos, no entanto, por algum motivo essas crianças são enviadas novamente ao nosso mundo e dificilmente podem voltar, o problema é que as crianças sentem que o nosso mundo não é mais o lugar delas. Porém, assim que, nossa personagem principal chega a escola começa a ocorrer uma serie de crimes e um grupo heterogêneo acaba se unindo para tentar desvendar esse mistério. O livro trabalha bastante a representatividade, tem personagem trans, assexuado e além das visíveis diferenças de personalidade e história de vida entre eles. Estrei um destaque no instagram (comentando livros) com esse livro esqueci de falar um monte de coisas, mas prometo que vou melhorar para os próximos. Trata-se de uma serie de livros, mas achei que esse se fecha bem nele mesmo. Leitura rápida, fluida e interessante! ★★★★☆

Por hoje é isso,

E vocês o que andam lendo?

Até a próxima,

Dani Moraes

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Encerramento do mês: Março/2018



Olá Pessoal, tudo bem?
 
Estou muito sumida né.... primeiro: o meu trabalho estava muito corrido e não conseguia manter as coisas por aqui atualizadas.. segundo: eu sai de férias e fui viajar e justamente por meu trabalho estar corrido não consegui adiantar as coisas por aqui, então ficamos sem posts por aqui.
 
Mas estou tentando manter as redes sociais, especialmente instagram (@danimoraes02), mais atualizado, portanto, me siga por lá.


Filmes:



1 - Com amor, Van Gogh (2017): Esse é uma animação linda a partir de pinturas a óleo feitas a mão por mais de 100 pintores para contar a história em torno da morte desse pintor que é considerado aquele que inaugurou a arte moderna, porém teve uma vida polemica cercada de problemas psicológicos e financeiros. A história parte da morte do artista que é investigada por Armand Roulin que  no intuito de entregar a carta de um artista, mas acaba se tornando obcecado em entender o que aconteceu com o artista. O visual é totalmente inspirado nas obras do autor e essa é parte mais interessante do filme que deixa o visual incrível, dado que, as obras dele são impressionantes. Aqui no blog tem post sobre uma biografia em quadrinho sobre o autor. ★★★★☆





2 - The testimony (2015): Esse é um curta documentário sobre o julgamento de alguns membros do exército do Congo que estupraram dezenas de mulheres civis, foi a primeira vez que, esse tipo de julgamento aconteceu no pais o que foi um grande avanço, mas nem tanto assim, as mulheres que sofreram esse tipo de violência ainda são estigmatizadas e descriminadas. Um filme rápidinho e importante para conhecermos melhor outras realidades.  Também falei sobre ele no instagram. ★★★☆☆




3- Maze Runner - Correr ou Morrer (2014): Há alguns anos atrás tanto a franquia dos livros quanto dos filmes estava muito em alta e eu nunca tive vontade de ler ou assistir aos mesmos, porém acabei assistindo o filme na TV mesmo e não é que gostei. Sim, é uma distopia em um mundo pós apocalíptico onde alguns garotos foram levados a um local, uma espécie de clareira cercada por um muro que se abre uma vez por dia para dar em um labirinto. Thomás (Dylan O'Brien) acorda em um elevador de carga sem memória que o leva até esse mesmo local, onde conhece outros garotos, que tentam levar uma vida "normal" nessas circunstancias, enquanto, um grupo de elite (os corredores) percorrem o labirinto em busca de uma saída. Mas Thomas não é do tipo de se conformar com situação e busca uma saída e isso, trará muitos problemas a essa micro sociedade estabelecida. Gostei e fiquei curiosa para ver os outros. ★★★☆☆



 
4 - As sufragistas (2015): Esse filme representa uma pequena parte da história do feminismo na Inglaterra, mas como eu já falei bastante sobre ele no Instagram só vou dizer que o filme é muito bom e que vale a pena a assistir! ★★★★☆



5 - Bonequinha de luxo (1961): Esse é um filme clássico, mas que eu nunca tinha assistido, baseado em um livro escrito por Truman Capote estrelado por Audrey Hepburn, uma comédia romântica que vai contar a vida de uma acompanhante de luxo (muito antes de uma linda mulher) Holly Golightly que sonha em se casar com um homem rico e se tornar uma atriz de Hollywood que vive como uma verdadeira boneca, sendo sustentada pelos homens que passam por sua vida até que conhece Paul (George Peppard) um escritor, que de certa forma, também é um gigolô, uma vez que, é sustentado por uma mulher. O relacionamento entre eles começa de uma forma muito despretensiosa, mas ela tem muita dificuldade em aceitar o amor e o sentimento, dado que, eles vão contra aos planos que ela tinha. O filme foi bastante revolucionário para época por tratar dessas questões com naturalidade e singeleza. O filme foi indicado a cinco óscares e ganhou dois: melhor canção (a lindíssima Moon River) e melhor trilha sonora. Cena mais tocante para mim é o do gato. ★★★★★



Musica Linda do filme:





6 - Casamento Grego 2 (2016): Eu gosto muito do primeiro filme e não sabia que tinham esse segundo e quando eu vi no Netflix fui logo assistir. Passado anos depois do primeiro filme, agora Toula (Nia Vardalos) e Ian (John Corbett) continuam casados e, as voltas, com a filha adolescente que pretende finalizar o colégio e estudar em um cidade longe. Além dos problemas com a filha Toula acaba se tornando o esteio da família apoiando os pais no restaurante e lidando com toda a confusão gerada quando os mesmos descobriram que nunca tiveram o casamento oficializado e agora precisam decidir se irão se casar (novamente). Muito divertido, aquela família louca e divertida consegue nos manter entretidos durante todo o tempo. E a interação entre os personagens continua incrível! ★★★★☆




Series:



1 - Riverdale (1.1 - 1.13): Desde que eu ouvi falar sobre essa série estava muito afim de assistir porque estou órfão de serie de adolescente, sim me julguem, mas eu gosto de serie de adolescente. E essa é uma mistura de Gossip Girls com Pretty Little Lies (que aliás eu nunca terminei de assistir). Jovens lindíssimos (até os estranhos e underground são bonitos)  e com atitudes muito acima da idade dos mesmos, envolvidos em um grande mistério da morte de Jason Blosson (Trevor Stines) o herdeiro da família mais rica e importante de Riverdale e irmão gêmeo de Cheryl (Madelaine Petsch), a típica abelha rainha da escola, mas cheia de problemas, complexos e com uma família bem sinistra. Archibald "Archie" Andrews  (KJ Apa) o bonitão, cantor e jogador de futebol americano é amigo desde sempre de Elizabeth "Betty" Cooper (Lili Reinhart) e os dois acabam muito impactados pela morte de Jason e com a ajuda de Veronica (Camila Mendes) e Jughead (Cole Sprouse) iniciam uma investigação que vai afetar toda a cidade. A serie é inspirada nos personagens de quadrinhos da Archie Comics.
 
Gostei muito da serie, me senti envolvida com os mistérios do inicio ao fim e mesmo que, os personagens tenham atitudes muito avançadas para a idade dos mesmos a serie é muito interessante e envolvente. ★★★★☆




2 - The Good Place (1.1 - 2.12):

–– Você, Eleanor Shellstrop, está morta [...].
–– Legal!

E assim começa essa serie quando Eleanor (Kristen Bell) acorda e descobre que esta morta e que foi para o Bom Lugar. Michael (Ted Danson) o arquiteto responsável pelo Bom Lugar, explica que, o Bom Lugar é formado por diferentes bairros que são concebidos de forma a atender as necessidades e deixar os seus moradores felizes. Cada casa é desenvolvida para atender as especificidades e preferencias de cada morador, a casa de Eleanor é pequena, colorida e enfeitada com palhaços, o que já deixa Eleanor (que não foi nenhuma santa na Terra) um pouco desconfiada que não estava no lugar correto o que foi confirmado quando ela assistiu ao um vídeo com as supostas boas ações dela. Então ela é apresentada a Chidi (William Jackson Harper), um nigeriano que em vida foi professor de filosofia e ética na universidade, sua alma gêmea. Logo, ela acaba admitindo para ele que esta ali por um erro e ele depois de enfrentar um dilema moral decide ajuda-la a se tornar boa e poder ficar no Bom Lugar. Outros personagens importantes são: Tahani Al-Jamil (Jameela Jamil) - filha de bilionários que passou a vida fazendo filantropia e Jianyu (Manny Jacinto) - um monge budista que fez voto de silencio, almas gêmeas e vizinhos de Eleanor e Chidi e claro, a melhor personagem Janet (D'Arcy Carden), uma banco de dados na forma feminina.

Achei bastante divertido, gostei muito das reviravoltas das serie e das discussões filosóficas incitada pela mesma, inclusive tem um artigo muito bom focado nas correntes filosóficas exploradas pela série. É uma história focada na amizade e companheirismo que é criada entre os personagens principais, tudo isso, com muito bom humor e ironia.  Quem não tem vontade dar uns tapas no Chidi que não consegue decidir nada, ou queria chamar a Janet e fazer um monte de pergunta bizarra só para ver as respostas, ela é muito melhor que Siri e tão uns safanão na Tahani e na Eleanor porque tem horas que elas irritam mesmo com tanta disputa. ★★★★☆



Internet:

Eu acompanho bastante a Carol Moreira, mas nunca tinha visto uma playlist que tem no canal que achei muito interessante e informativa sobre a História do Cinema, confiram que vale a pena!

Continuando no tema de The Good Place um buzzfeed (faz tempo que não indico nada deles) sobre como a Janet nos representa.

Blog:

No mês de março as coisas foram bastante paradas por aqui, então tivemos apenas os seguintes posts:

1 - Comentário sobre: Triologia Irmãos McCabe
2 - Lidos e encerramento de Fevereiro/2018


Até a próxima,

Dani Moraes

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Lidos e encerrando o mês: Fevereiro/2018



Olá Pessoal, tudo bem?

Eu sumi eu sei, mas a vida esta  muito corrida e esta um pouco complicado manter as coisas atualizadas por aqui, estou tentando atualizar com mais frequência o instagram (danimoraes02), então acompanhar por lá.

Como em fevereiro não tivemos muitas leituras e nem muitos filmes e series, resolvi voltar as origens e fazer o resumo do mês, incluindo também os lidos.

Livros:


1 - Lady Astronaut of Mars - Mary Robinette Kowal: é uma novela de ficção cientifica, ganhador do prêmio Hugo, ambientada em Marte, em um mundo onde na época da corrida espacial a expansão se deu também para outros planetas. Uma astronauta aposentada acompanha enquanto o seu marido, um grande programador, definha com uma doença terminal e degenerativa quando ela tem uma chance de voltar as estrelas. Falei um pouco sobre ele no instagram. ★★★★☆


2 - 4: Triologia Irmãos McCabe - Maya Banks: essa é uma triologia de romance de época, que diferente dos outros do gênero é ambientado nas Highlanders escocesas, focada em três irmãos que pertencem a um clã que foi praticamente destruído a 8 anos atrás depois da traição sofrida pelo irmão mais novo e veem em Mairin, a protagonista do primeiro livro, uma chance de reconstruir o clã. Cada um dos livros é focada no romance de um dos irmãos, e cada um com suas dificuldades e tramas específicos, um amor proibido e um casal muito diferente com seus próprios traumas. Tem um post mais completo sobre a serie aqui. ★★★★☆



5 - A ascensão das universidades - Charles Homer Haskins: Esse é uma reunião de palestras proferidas pelo professor universitário de história Haskins que é considerado uma obra bastante completa sobre o tema, ou seja, o surgimento da universidade que ao contrário do senso comum surgiu durante a idade média. O livro esta dividido na universidade em si, que ao contrário de hoje não poderia ser representada por um conjunto de prédios, uma vez que, não possuía prédios e era muito mais uma reunião de professores e alunos. As outras partes tratarão dos elementos básicos para constituição da universidade sendo eles alunos e professores. Gostei bastante principalmente porque me interesso muito pela história da idade média. ★★★★☆


Filmes:



1 - Quanto tempo o tempo tem (2016): é um documentário brasileiro que se propõe a discutir o tempo, o conceito de tempo em si, o presente, como lidamos com ele. Para isso, ele traz depoimentos de diversos intelectuais de diferentes áreas trazendo suas próprias visões sobre o tempo.  Esse foi um documentário que me levou a refletir bastante, recomendam que assistam. ★★★★☆





2 - O poder da coragem (2017): É um filme indiano feito direto para a TV que conta a história da comissária de bordo Neerja Bhanot, que protegeu a vida de 359 passageiros do voo 73 da Pan Am, em 1986 que foi sequestrado por terroristas da organização Abu Nidal que pretendia trocar os passageiros pela liberdade de seus companheiros presos. O filme é uma biografia clássica, porém a história em si é muito forte e fui muito tocada enquanto assistia. ★★★☆☆



Series:


1 - El ministério del tempo (1.1 - 1.8): enquanto todos assistem La casa del papel decidi começar a assistir a uma outra serie espanhola e adivinha estou viciada.  Uma serie sucesso de critica e público em toda a Espanha que conta a história de um ministério, onde é possível através de diversas portas se viajar para o passado. A existência desse ministério, criado durante a época da Rainha Isabel, é um segredo e sua função é proteger a história da Espanha de possíveis interferências.

A equipe principal é formada por Julián (Rodolfo Sancho), um paramédico de nosso tempo que perdeu a esposa em um acidente, Amelia (Aura Garrido), uma das primeiras universitárias, inteligente e especialista em história e literatura e Alonso (Nacho Fresneda) um soldado do século XVI, um grande guerreiro e patriota.

O chefe da organização é Salvador Marti (Jaime Blanch) e outros dos principais agentes são Irene (Cayetana Guillén Cuervo) e Ernesto (Juan Gea).

Adorei essa serie mistura duas coisa que eu gosto muito ficção cientifica e história, além do que, estou tendo a oportunidade de aprender um pouco mais sobre um assunto que não sei quase nada a história da Espanha.




Internet:

Acho praticamente impossível que alguém não tenha visto, uma vez que, gerou bastante burburinho, porém se você não viu veja o vídeo da Jout-Jout lendo o livro A parte que faltava, e é justamente por isso que eu amo a literatura, pois uma coisa tão simples quanto aquele livro infantil pode trazer reflexões tão grandes.



E gostaria de indicar um canal de animação muito bom e feito com muito capricho representando um youtuber animada o canal é: O (sur) real mundo de Any Malu.

Blog:

1 - Resumo do mês de Janeiro
2 - Comentário conto Sci-fi - Bloodchild
3 - Descobrindo o interior paulista: Analândia
4 - Livros lidos - Janeiro


Até a próxima,

Dani Moraes

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